Decretada a indisponibilidade dos bens de ex-presidente da Câmara de Planaltina

Em ação movida neste ano pelo Ministério Público de Goiás, o juiz Thiago Cruvinel Santos determinou liminarmente a constrição de bens do ex-presidente da Câmara Municipal de Planaltina, Eurípedes Gomes de Macedo Júnior, até o limite de R$ 34.503,18.

Esse é o valor estimado dos prejuízos causados aos cofres públicos pela contratação de 3 funcionários comissionados que não desempenhavam atividades para o Legislativo, mas somente no diretório do partido do então presidente durante sua gestão, entre 2009 e 2010.

O promotor de Justiça Rafael Simonetti, autor da ação, sustentou ainda que uma comissão processante pelos vereadores apurou outras irregularidades praticadas pelo ex-presidente, além da manutenção de funcionários fantasmas, como o desvio de materiais de expediente, limpeza e outros bens.

No mérito da ação, o MP espera a condenação do ex-presidente e também dos funcionários fantasmas que também respondem ao processo nas sanções da Lei de Improbidade Administrativa.

Fonte: Ministério Público de Goiás

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Arquivado em Improbidade Administrativa

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